3,5 milhões de participantes nas manifestações e protestos anti-passe sanitário e 4° confinamento na França

Imagens das manifestações do finam de semana do 08 de agosto. Fotos via redes sociais.

 Dois dias depois que o Conselho Constitucional validou a maior parte da polêmica lei relacionada à gestão da crise de saúde, os oponentes do passe de saúde estão batendo recorde em toda a França pelo quarto sábado consecutivo.

As manifestações tomaram ainda mais força depois de vazamentos de supostos documentos dos contratos entre grandes laboratórios e o governo da França, onde entre centenas de cláusulas absurdas, existem termos de nenhuma garantia de eficiência das vacinas e nenhuma responsabilidade sobre efeitos colaterias aos usuàrios.

Também existe a grande desconfiança, reforçada por vazamentos de informações de supostos documentos que mostram um 4° confinamento preparado e agendado desde o ano de 2020 quando o 1° confinamento mal tinha sido implantado! O 4° confinamento estaria previsto para o final do verão, provavelmente entre setembro e outubro, e acontecerá independente da baixa dos números de contaminações e internações.

Segundo estimativas do Ministério do Interior, foram 237 mil pessoas, incluindo 17 mil em Paris, que marcharam neste sábado, a maior mobilização até agora, segundo dados oficiais.

Porém como sempre, os números não batem com as estimativas dos Bombeiros (Sapeurs-Pompiers), sindicatos de polícias, prefeituras, Cruz Vermelha, órgãos de imprensa independente e observadores internacionais. E mais uma vez choveram denúncias de manipulações de números por parte do governo em conlúio com as grandes mídias de radio e TV da França.

As estimativas desse finam de semana, com protestos e manifestações que aconteceram em mais de 300 cidades, reuniu pelo menos 3 milhões e 500 mil pessoas por toda a França e departamentos ultramarinos como Guiana Francesa, Guadeloupe, Réunion e St Pierre et Miquelon.

Esta nova reunião recorde de participantes ocorre após a validação da maior parte da lei relativa à gestão da crise da saúde pelo Conselho Constitucional, última etapa antes da sua entrada em vigor.

A partir de 9 de agosto, e com “uma semana de intervalo”, você terá que apresentar seu código QR (atestando uma vacinação completa, um teste negativo de menos de 48 horas ou uma recuperação da Covid) na entrada do restaurantes, bares, muitos transportes públicos (avião, comboio, autocarro para viagens de longa distância), assim como grandes centros comerciais.

O passe de saúde, oo “passe sanitário” também deve ser mostrado para visitas e consultas a hospitais, unidades de saúde e lares de idosos. Esta obrigação, que não deve constituir um “obstáculo ao acesso aos cuidados” de acordo com o parecer do Conselho Constitucional, aplica-se, no entanto, às pessoas que tenham uma intervenção programada.

A vacinação obrigatória para certas profissões de contacto (com excepção, porém, da polícia), também foi validada pela instituição presidida pelo ex-ministro Laurent Fabius.
Outra medida polêmica: os funcionários sujeitos à obrigação do passe de saúde que o descumprirem poderão ver seu contrato de trabalho suspenso sem remuneração, conforme confirmado pelo Conselho.

Tantas disposições polêmicas que geraram inúmeros protestos em todo o país nas últimas semanas, mas também geraram avisos de greve em hospitais ou bombeiros .

Outro absurdo é que a iniciativa privada e governo precisarão gastar em torno de 50 milhões de euros para a implantação de todos os sistmeas e outras medidas necessàrias para a implantação e fiscalização do passe sanitàrio em toda a França.

Com informações France Inter, France 3, TL7, LCI, CNews, RT France e redes sociais via redação Orbis Defense Europe.





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