É Justo O Comando Do Exército Pedir A Cabeça De Pazuello?

O Exército Brasileiro não é uma Instituição Armada partidária ou governamental, é o berço ativo da defesa e segurança à disposição do cidadão brasileiro, e como tal precisa estar em sintonia com as vontades que emana de seu povo e de seu Estado de Direito.

Observamos nos últimos anos o acalorado desprezo pelas Forças Armadas por parte das mídias tradicionais, políticos enfadonhos, organizações não governamentais, cidadãos ideologicamente manipulados pelo mecanismo reacionário leninista e bolivariano, e por membros do judiciário, acentuado após a crise mundial de saúde que foi abraçada não como problema a ser enfrentado em união, mas como uma solução para “os problemas políticos atuais”.

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É fato que alguns militares da reserva e da ativa compõem o alto escalão do atual governo federal, isso se deve ao alto comprometimento pela bandeira nacional e competência educacional, um claro e visível sinal da meritocracia enraizada.

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Porém, frequentemente são elevados aos debates da difamação e calúnia em programas fajutos e tendenciosos nos canais de televisão e, acredite se quiser, nas audiências públicas da maior entidade jurídica do Brasil, o STF.

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Se esses indivíduos de tamanha presença entre a sociedade não dão exemplo ao tratar nossos militares cordial e honestamente, o resultado é o produto da manipulação em massa.

É possível observar políticos marxistas e ministros do STF difamando um presidente e o Exército de genocida, mesmo sabendo que não houve nenhuma autorização pelas partes de executar ou dar ordens para matar, já que o microrganismo chinês foi o único causador da devastação de almas no mundo.

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Este é o mecanismo: Deem à sociedade poucas possibilidades de atuação e permitam direcionar um bode expiatório para a possível solução deste problema causado pelos próprios articuladores do sistema pueril.

Diante das acusações, é difícil entender e acreditar a falta de posicionamento forte e patriota do Alto Comando das Forças Armadas.

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Num claro pasto de ovelhas, precisa-se de pastores líderes e que falem “não”, cartas aberta ou declarações por terceiros ou militares inativos e da reserva não possuem mais audição entre os covardes acusadores.

No domingo, 23 de maio, o presidente da República se reuniu em tempo recorde e organização incrível no Monumento aos Pracinhas, no Rio de Janeiro, onde compareceram milhares de pessoas.

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Pilar Olivares. Reuters

A intenção do encontro foi dar ao povo brasileiro maior segurança e esperança em mostrar que a crise global de saúde está chegando ao fim, acreditar no Governo Federal que defenderá a liberdade e as vontades do povo acima de tudo.

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Wilton Junior. Estadão

Neste vai e vem de calmaria e alegria, Bolsonaro contou com a participação do General Eduardo Pazuello, ex-ministro da saúde e comandante da ativa no Exército Brasileiro.

Após sua aparição, as mídias marrons surgiram enlouquecidas e pedindo a cabeça do General acusando-o de participação de ato político-partidário.

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Vamos aos fatos! Qualquer ato político-partidário há sinais claros de bandeiras partidárias ou ato claro de votos e debates acalorados para se obter crescimento político.

O evento ocorrido se comportou como manifestação pacífica e patriótica com uso da Bandeira Nacional e pautada na defesa da sociedade e da liberdade.

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O nível de gravidade de um ato se faz pelas pautas, materiais e indivíduos que compõem o evento, caso existisse bandeiras partidárias e pautas eleitorais para 2022 ou suposta intervenção militar, claramente a manifestação de 23 de maio não seria pacífica e neutra, sem resquícios de dúvidas.

Em ocasiões anteriores o Comando do Exército nada fez diante da ameaça à imagem, honra e membros do Exército proferidos por ministros do STF e por políticos, porém, quando a pressão não vem da população e sim da mídia marrom e entidades e políticos de esquerda, o posicionamento do Comando é imediato, como ovelhas sendo guiadas pelos lobos, e o resultado é: A perda da confiança da sociedade pela Instituição Armada.

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item 57 do Anexo I do Regulamento Disciplinar do Exército (R4)

O item 57 das transgressões disciplinares no anexo I e o artigo 24 do Regulamento Disciplinar do Exército R4 tratam de questões sobre ATOS POLÍTICOS-PARTIDÁRIOS e não sobre manifestação à favor da liberdade e união com entidade Executiva da República.

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Artigo 24 do Regulamento Disciplinar do Exército (R4)

Mesmo assim, o Comando do Exército, acatando pressões externas, decidiu abrir um procedimento disciplinar contra seu próprio membro que tanto trabalha pelo País, General Eduardo Pazuello.

Apesar do processo aberto não ser uma conclusão se Pazuello descumpriu ou não o Regulamento Disciplinar, sabe-se que a transgressão será possivelmente confirmada pela Instituição, uma maneira de baixar os ânimos exaltados da ala marxista do Congresso e da mídia marrom.

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Edilson Rodrigues/Agência Senado

Não somente o Comando tem como alvo Pazuello, o trio de aliados do ódio da CPI que já ouviu o General por dois dias quer, novamente, a presença do ex-ministro sem Habeas Corpus para prendê-lo, um claro abuso de poder sem ao menos concluir o relatório final da CPI. Mais uma vez o Exército não se posicionou diante desta afronta.

Espera-se que o processo disciplinar no Exército transite por 30 dias com a ampla defesa e direito ao contraditório de Pazuello até a sua conclusão.

Anderson Riedel/PR

O General possui muita credibilidade na sociedade e no alto escalão do governo federal pelos milagres logísticos desempenhados durante o transporte das vacinas por todo o Brasil em menos de 24 horas após a entrada no País. Pazuello é caveira e patriota, merece respeito da Instituição.

Via Redação Área Militar



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