Final de semana marcado por recorde em manifestações e protestos violêntos por toda a Europa

Imagem via redes sociais.

Esse deve ser o 20° final de semana de protestos anti-restrições, contra o confinamento e obrigatoriedade vacinal que acontecem por toda a Europa, com manifestações que aconteceram em níveis variados em todas as capitais Européias e na grande maioria das cidades capitais de departementos e distritos em todos os países da Europa Ocidental e Oriental. Somente na França estima-se que pelo menos 4 milhões de pessoas participaram de algum tipo de protesto em algum lugar do país.

Curiosamente, mais uma vez mesmo com os protestos sendo de grande mobilização e repercussão popular, nada ou muito pouco foi exibido nas grandes redes de TV, que atendem a diretrizes governamentais muito incisivas para não exibir imagens de protestos que poderiam incitar mais pessoas a participar nas manifestações.

Os protestos que estavam sendo organizados por milhares de grupos de cidadãos pelas redes sociais e aplicativos de mensagens previa manifestações pacíficas apenas no sábado como é de costume por toda a Europa desde o surgimento dos protestos dos Yellow Vest/Coletes Amarelos/Gilets Jaunes, mas em vários países os protestos e manifestações começaram na sexta a noite e terminaram apenas no domingo a tarde.

Na grande maioria das cidades onde aconteceram protestos ocorreram confrontos com as forças de ordem que tinha por determinação dissolver as multidões sob alegação que os protestos são proibidos sem que exista uma organização responsável e que essa organização seja reconhecida e autorizada pelas prefeituras das cidades onde a manifestação é marcada para acontecer.

Os confronto mais violêntos aconteceram na Holanda, Bélgica e França, onde grupos de baderneiros atacaram as forças policiais e a situação só piorou depois que manifestantes pacíficos foram agredidos pelas forças de ordem. Na Holanda onde os confronto smais violêntos aconteceram, surgiram informações sobre centenas de feridos e até mesmo 4 mortos, fatos que não foram confirmados por informações mais precisas até o momento.

A revolta de grande parte da população de diversos países europeus veio depois que o governo da Austria decidiu implementar mais restrições aos cidadãos, optando inicialmente pela imposição de um passe/passaporte sanitário para a frequentação de locais públicos, comércios e serviços, que foi seguida de uma determinação de confinamento para os não vacinados e acabou por determinar um novo confinamento (o 4° até o momento) para vacinados e não vacinados assim como a obrigação de vacinação para todos. O problema que leva a população de outros países a se manifestar contra as decisões tomadas na Austria é que estas medidas estão servido de base para que outros países encontrem justificativas para um novo confinamento e obrigação de vacinação seguindo o exemplo do governo austríaco.

Os motivos para a revolta generalizada que motivam os protestos são centenas, mas a linha principal são três:

– Exigir que não acontecam novas restrições e novos confinamentos, pois isso será desastroso para a economia em geral.

– Exigir a não obrigatoriedade de vacinação e a liberdade para a aplicação de tratamentos alternativos preventivos e curativos já comprovados, pois existem centenas de milhares de relatos de pessoas com reações adversas graves, efeitos colaterais graves, sequelas e até mortes causadas pelas vacinas que são experimentais.

– Denunciar a manipulação midiática e política da condução da gestão da crise sanitária, pois o exagero intencional praticado pelos governos e mídias  estaria beneficiando apenas os lobbyes da indústria farmacêutica, redes de hospitais particulares e bancos na Europa.

Abaixo, as imagens de protestos que aconteceram nas principais cidades da Europa nesse final de semana:

  • Com informações France Inter, France 24, RT France, Voice of Europe e redes sociais, via redação Orbis Defense Paris e Genebra.




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